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e multiculturalidade.

Divisão de Inclusão Social/Gabinete de Gestão e Intervenção Social

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sexta, 14 novembro 2014 16:39

Setúbal volta a Diz(er) Positivo!

Após um período de interregno dedicado à avaliação da intervenção realizada anteriormente, o DizPositivo está de regresso e vai realizar Ciclos Formativos nos territórios da Bela Vista e da Anunciada. Para esse efeito, foram efetivadas reuniões com os Agrupamentos de Escolas Ordem de Sant’Iago e Lima de Freitas para apresentação e definição dos Ciclos Formativos dirigidos a alunos, professores e assistentes operacionais das escolas EB 2,3/S da Bela Vista e Secundária Lima de Freitas, respetivamente.

 

Recordamos que o DizPositivo tem como objetivo fundamental a prevenção dos comportamentos de risco e a promoção de fatores de proteção, utilizando um conceito alargado de “agentes de prevenção”, ao trabalhar amplamente com as famílias, escolas e comunidades.

 

Desde o início do presente ano, a gestão e responsabilidade de funcionamento do DizPositivo passou a ser exclusivamente assumida pela Câmara Municipal de Setúbal.

Está a decorrrer (13 a 16 de novembro) em Barcelona, o XIII Congresso Internacional das Cidades Educadoras, subordinado ao tema: "Uma cidade educadora, é uma cidade que inclui". Este tema “nasce da análise que mostra o risco do surgimento e da consolidação de novas formas de exclusão. Mas também nasce da convicção de que um projeto local que seja capaz de realizar uma educação transversal, implicando à Administração e à sociedade civil, pode ser uma das melhores estratégias para relançar processos de integração nos bairros e na cidade.” (in, http://ciudadeseducadorasla.org/xiii-congresso-internacional-de-cidades-educadoras/)

Os conteúdos que serão apresentados neste Congresso, após aprovação pelo Comité Executivo da Associação Internacional de Cidades Educadoras (AICE), inserem-se nas seguintes áreas temáticas:

  • Inclusão como Direito – a cidade educadora como promotora de bem estar e de oportunidades vitais;
  • Participação e Compromisso Cidadão – A cidade educadora como espaço de convivência, diálogo e relação;
  • Criatividade – a cidade educadora como espaço de inovação e criatividade.


Neste âmbito, serão apresentadas diversas experiências, oriundas de diferentes países (cerca de 130 cidades de 20 países diferentes enviaram mais de 600 casos de experiências), consideradas boas práticas que implicam a participação cidadã e a educação para a cidadania. Uma das experiências seleccionadas foi o projeto escultórico de requalificação urbana "O Museu está na Rua" - Núcleo Museológico Urbano da Bela Vista, da autoria de João Limpinho e promovido pela Câmara Municipal de Setúbal


O projeto "O Museu está na Rua" será apresentado no dia 15 (no website oficial do Congresso, é possível assistir a emissões em direto).

 

Abaixo, apresenta-se um pequeno vídeo onde é apresentado o conceito de Cidade Educadora (disponível em: http://www.dailymotion.com/AICEIAECAIVE) 


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Moradores dos cinco bairros de Setúbal, na zona da Bela Vista, com ações de intervenção no âmbito do “Nosso Bairro, Nossa Cidade” encontram-se no dia 16, à tarde, na EB 2,3+S Ordem de Sant’Iago, para debater novas ações de trabalho.

“Vai ser um momento de grande significado, um encontro no qual os moradores, de forma organizada, manifestam a sua opinião”, realçou o vereador com o pelouro da Habitação da Câmara Municipal de Setúbal, Carlos Rabaçal, no dia 12, de manhã, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, na antevisão da iniciativa de domingo.

No 2.º Encontro Nosso Bairro, Nossa Cidade, com início às 15h00, os participantes debatem e avaliam o resultado das iniciativas saídas do primeiro encontro anual e perspetivam novas medidas e planos de ação concretos para o desenvolvimento de projetos em prol da população.

A iniciativa deste ano, com o lema “Decidir, Organizar e Realizar”, apresenta uma novidade, com “os grupos de trabalho organizados por cada um dos cinco bairros e não por áreas de intervenção”, anunciou Carlos Rabaçal.

O reforço dos laços de coesão e de proximidade entre os moradores e o incentivo à participação em iniciativas são outros objetivos deste segundo encontro, que abrange os bairros da Bela Vista, Forte da Bela Vista, Alameda das Palmeiras, Manteigadas e Quinta de Santo António.

Participação e organização de moradores, atividades físicas, desportivas e culturais, formações, reabilitação de edifícios e espaços públicos, comunicação/mobilização, ambiente e espaços verdes, higiene urbana, festas populares e atividades ocupacionais são temas em debate na reunião.

O “Nosso Bairro, Nossa Cidade” assenta na premissa de que toda a ação deverá ser protagonizada pelos próprios, ou seja, deverá ser geradora de participação das pessoas nas decisões que a elas e à sua comunidade dizem respeito, promovendo a autonomia, a responsabilidade e o crescimento coletivo.

“Queremos que sejam os moradores a decidir a vida nos seus bairros”, frisou o autarca, ao adiantar que o processo de organização e envolvimento dos moradores nas mais variadas ações, físicas ou imateriais, “é a grande razão da existência deste programa municipal”.

Na apresentação do encontro, marcaram presença, além do vereador e técnicos municipais, o presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Nuno Costa, e representantes de cada um dos bairros envolvidos no projeto. “É importante que a colaboração nos bairros tenha rostos”, vincou Carlos Rabaçal.

O programa municipal, adiantou o vereador, tem-se traduzido “num esforço muito grande para a reabilitação dos bairros”, não só ao nível do edificado mas, sobretudo, através de “um processo de democratização, nomeadamente com a eleição, em cada um dos bairros, em cada prédio, de pessoas com o papel de interlocutor”.

O desencadear de processos de participação é o principal objetivo do programa que engloba todas as ações que promovam a organização de grupos, que repercutam os seus interesses, que envolvam as pessoas nas decisões e tarefas inerentes à execução, que firmem lideranças e que promovam a mobilização popular.

Ao longo de mais de dois anos de implementação do “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, são já várias as ações concretizadas, com evoluções muito significativas ao nível dos espaços verdes, na Alameda das Palmeiras, e segurança, na Bela Vista, com a colocação de portões e iluminação nos acessos aos prédios.

O trabalho realizado pelas equipas comunitárias de higiene urbana para limpeza e manutenção dos pátios da Bela Vista é, de acordo com o autarca, outra das ações com resultados muito positivos neste programa municipal “projetado para ter eficácia num período máximo de dez anos”.

Carlos Rabaçal afirmou ainda que, entre outras ações a dinamizar pelos moradores com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal, “há o compromisso de, até 2016, ser possível pintar os edifícios de todos os bairros” abrangidos na área de intervenção do programa.

No território do “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, com 153 edifícios, 1592 habitações sociais, das quais 423 são privadas, e onde residem, aproximadamente, 6 mil pessoas, a mudança de paradigma organizacional gerou a realização de 652 reuniões, com 2898 participações e 307 interlocutores eleitos.

O 2.º Encontro Nosso Bairro, Nossa Cidade, no dia 16, começa às 15h00 com uma sessão de abertura na qual participam a presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, o vereador Carlos Rabaçal, e o presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Nuno Costa, além de técnicos municipais.

O visionamento de um filme antecede um momento de reflexão e análise sobre o trabalho já realizado no âmbito deste programa municipal sem precedentes a nível nacional, responsável por impulsionar atividades de melhoria do território e das condições de vida das populações.

O encontro prossegue com um período de trabalho no qual os participantes debatem, em grupo, o lançamento de novas intervenções a dinamizar no território e em prol da comunidade, ideias apresentadas posteriormente em plenário. Segue-se a sessão de encerramento, com uma intervenção da presidente da Autarquia, e um jantar convívio.

 

In, http://www.mun-setubal.pt/pt/dossier/nosso-bairro-nossa-cidade/95

"Um Fim do Mundo", produção de Pedro Pinho que tem como cenário a Bela Vista, em Setúbal, é um dos quatro filmes nomeados na categoria de cinema na edição portuguesa dos Globos de Ouro de 2014.


A média-metragem que estreou em 2013 está em concurso para a distinção de "Melhor Filme" ao lado das produções "Até Amanhã, Camaradas", de Joaquim Leitão, "É o Amor", de João Canijo, e "Em Segunda Mão", de Catarina Ruivo.

Iara Teixeira, Eva Santos, Manuel Gomes, Indalécio Gomes compõem o elenco de "Um Fim do Mundo", filmado a preto e branco, que conta uma história ficcional de um grupo de adolescentes da Bela Vista.

 

O filme foi co-produzido pela "Vende-se Filmes" e pela "Terratreme Filmes", no âmbito de um projecto do programa RUBE – Regeneração Urbana da Bela Vista e Zona Envolvente, dinamizado pela autarquia local, que tem como objectivo a realização de documentários audiovisuais sobre o bairro setubalense.

De acordo com a câmara municipal, o RUBE tem como objectivo "quebrar estereótipos consolidados naquele território", tendo sido realizados no mesmo âmbito as produções "Cama de Gato" e "Bela Vista", ambos de Filipa Reis e João Miller Guerra.

 

Os vencedores vão ser anunciados a 18 de Maio, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, na 19.ª gala dos Globos de Ouro, organizada pela estação televisiva SIC e pela revista Caras. As distinções são entregues todos os anos em Portugal, desde 1996, a produções de áreas como arte, entretenimento, teatro, desporto, cinema, moda e música

 

In, o bocagiano - Jornal regional de Setúbal

 

http://www.obocagiano.pt/noticia/detalhe?a=52636&s=true

terça, 12 novembro 2013 14:26

Miúdos de Setúbal

Miúdos de Setúbal

Crítica Ípsilon por: Luís Miguel Oliveira

Uma “trilogia” a compor um retrato, entre o documentário e a ficção, do Bairro da Bela Vista em Setúbal.

Três filmes com bastante em comum entre eles, e que são apresentados como uma trilogia. E como faz sentido numa trilogia, completam-se uns aos outros, nas suas derivas entre ficção e documentário, para chegarem a uma espécie de retrato de lugar, em espírito e em matéria social.

O lugar é o bairro da Bela Vista em Setúbal, e os dois filmes de Filipa Reis e João Miller Guerra nasceram directamente de um concurso lançado pela câmara municipal da cidade para a realização de um projecto cinematográfico nesse bairro. "Bela Vista" é mais estritamente documental, uma descrição das rotinas do bairro que se deixa algumas figuras humanas destacarem-se (o miúdo da bicicleta no belo primeiro plano, por exemplo) o faz sem as impor a uma ideia de “colectivo”, e sempre dedicando uma especial atenção às características arquitectónicas dos vários prédios e construções e ao modo como a arquitectura é usada e habitada no quotidiano.

"Cama de Gato", por sua vez, comporta alguma encenação, ainda que baseada na experiência real: a sua protagonista é uma rapariga, mãe adolescente, que seguimos na relação com a filha, com a família, com as amigas e com a escola.

Os filmes anteriores da dupla, se revelavam sempre um grau de justeza na observação sociológica, ficavam um bocadinho aquém na utilização expressiva dos recursos formais do cinema. Estes dois filmes são um progresso: pensamos, por exemplo, em Cama de Gato, num belo travelling muito “nouvelle vague” a acompanhar a protagonista e a amiga em conversas de adolescente, ou no plano fixo, cheio de drama, em que a rapariga conta a história da relação com o namorado (que está preso).

Um Fim do Mundo, originário do mesmo local, é o primeiro filme de Pedro Pinho desde Bab Septa, um documentário sobre as “portas” da imigração africana para a Europa. Narrativamente, é a simplicidade ela própria: um grupo de miúdos, pretos e brancos, um dia de verão, uma ida à praia (a Tróia). Conta o desenvolvimento da relação, da “dinâmica de grupo”, com humor e leveza, e contam sobretudo os gestos, os movimentos, nalgumas cenas seguidos com uma atenção quase coreográfica, reforçada pela sensualidade da bonita fotografia a preto e branco, que conserva algum do grão e da luminosidade do 16mm original (depois transposto para vídeo digital, formato de apresentação do filme). Bela Vista e Cama de Gato são mostrados na mesma sessão, Um Fim do Mundo é mostrado sozinho.

Fonte: http://ipsilon.publico.pt/cinema/filme.aspx?id=326452

 

 

Lusa

10 Nov, 2013, 11:24

O filme "Bela Vista", sobre a realidade social naquele bairro de Setúbal, ganhou uma Menção Honrosa no festival Miradas Doc, em Espanha, foi hoje anunciado.

O filme estreou-se na semana passada nos cinemas portugueses, encontrando-se em exibição no Cinema City Alvalade, em Lisboa, e no Auditório Charlot, em Setúbal, juntamente com o filme "Cama de Gato".

"Bela Vista", realizado por Filipa Reis e João Miller, conquistou agora uma Menção Honrosa no Miradas Doc -- Festival Internacional y Mercado de Cine Documental de Guia de Isora, Espanha.

O filme descreve "a geometria da vida de um bairro", segundo a produtora (Vende-se Filmes).

Fonte: http://bit.ly/1hXQAy0

Mais artigos sobre este assunto:

http://bit.ly/1agoZUD

http://bit.ly/1cNtjPp

http://bit.ly/1dghKwl

http://bit.ly/1dcPwCG

http://bit.ly/1bjXIyk

http://bit.ly/1boLm9y


 

Falámos com o realizador Pedro Pinho sobre um projecto de três filmes que estreiam hoje em sala

Só quando o filme foi seleccionado para a secção de longas no Festival de Cinema de Berlim é que Pedro percebeu que tinha realizado a sua primeira longa- -metragem de ficção. "Um Fim do Mundo", que estreia hoje em sala, estava para ser uma curta, tal como "Cama de Gato" e "Bela Vista". Em comum têm o bairro de Setúbal e a gente atrás da câmara - Pedro Pinho, Filipa Reis e João Miller Guerra -, que trabalhou para mostrar os diferentes ângulos de um mesmo espaço. Pedro fala-nos do projecto e particularmente da fita que assina, "Um Fim do Mundo", que nada tem de apocalíptico.

De onde vem o interesse pelo bairro?

A Câmara Municipal de Setúbal abriu um concurso para fazer uma série de filmes na Bela Vista e uma amiga minha, a Filipa Reis, que é realizadora e produtora, convidou-me para participar. Ela sabia que eu tinha um argumento escrito há algum tempo que se passava em Setúbal e Tróia. Concorremos, acabámos por ganhar e tivemos esse período de trabalho de dois, três meses de pesquisa no bairro e depois filmámos os três filmes.

Andaram de porta em porta?

Íamos para o bairro, ficávamos nos cafés e nas esplanadas, encontrámos pessoas assim e também através da escola. Num bairro em que não há muita gente de fora e todos se conhecem as pessoas começaram a olhar sem perceber quem éramos, se polícias se assistentes sociais, e nós tivemos alguma dificuldade em ultrapassar esse olhar. Decidimos a certa altura afixar cartazes para casting. Arranjámos uma sala e as pessoas começaram a vir ter connosco. Construímos um grupo de trabalho e relacionamento que nos abriu as portas do bairro.

Aí encontraram as caras dos filmes.

De um modo geral, sim. A partir desse momento fizemos workshops de dramatização. Íamos recolhendo histórias de vida, também procurando ensaiar cenas que já tínhamos construído. E tentar misturar a base ficcional que tínhamos com a realidade dessas pessoas. Nesse momento escolhemos o elenco. Com algumas excepções. Por exemplo, para a Eva que é a principal de "Um Fim do Mundo" estava à procura de uma figura que fosse atraente, misteriosa, que se destacasse. Encontrámo-la na feira de Santiago, em Setúbal, nos carrinhos de choque. Falámos com ela, inicialmente não percebia bem o que estávamos a pedir, mas depois apareceu no casting.

Qual é a dose de realidade no filme?

No caso do "Um Fim do Mundo" é tudo ficção. Aquele grupo não existia, aquelas pessoas não são amigas. Emprestam dados da sua vida, a sua maneira de falar, expressões, gestos, nomes. O que me interessava ali era procurar a verdade da relação entre as pessoas, a forma de estar daquela geração no tempo que vivemos.

Com a ajuda do lado documental estão a iludir o público.

E o cinema não é isso mesmo? É a suspensão temporária da descrença. Tu não vais lá para acreditar ou deixar de acreditar, vais ver uma história. Mesmo num documentário há uma construção. O realizador não só escolhe o que mostra mas como o mostra.

Porquê "Um Fim do Mundo"?

Acho que tem a ver com esta ambiguidade, de falar de um período da vida que termina e estamos em suspensão antes de chegar à vida adulta.

É o único a preto-e-branco.

A cor dá um excesso de informação que neste filme não me interessava ter. Tive de reduzir esse excesso para aceder a um registo mais intimista que tem a ver com os olhares, tensões, a sensualidade.

O projecto foi sempre pensado como uma trilogia?

Sim, desde o início. E até há cenas comuns. Achámos que como são filmes feitos ao mesmo tempo, no mesmo espaço, e como os personagens se conhecem, seria natural entrecruzarem-se. Há pontos de vista diferentes.

E afinal o que tem a Bela Vista de especial?

 

Ao contrário do centro de Lisboa, em que a população está a envelhecer a um ritmo alucinante, nestes bairros um terço ou mais da população são jovens e crianças. Isso faz com que haja energia e revitalização cultural, produção de música, palavras... é alucinante. Tem outra coisa fantástica que é um bairro com uma arquitectura superousada, o que hoje em dia é um pouco anacrónico. E está num sítio lindíssimo, que é um planalto, com o estuário do Sado, Tróia, uma das vistas mais belas do mundo.

 

Publicado em: http://www.ionline.pt/artigos/mais/bela-vista-tres-faces-mesmo-bairro/pag/-1

quinta, 07 novembro 2013 14:49

Dossiers Pedagógicos - filmes BV

No âmbito dos filmes realizados no território da Bela Vista, foram produzidos dossiers pedagógicos (ver documentos em anexo), dirigidos aos Ensino Básico, Secundário e Superior.

Ensino Básico

3º Ciclo - 7º - 8º - 9º anos

Ensino Secundário

10º - 11º - 12º anos

DISCIPLINAS DE INTERESSE CURRICULAR DOS FILMES:

Educação Visual arquitectura, urbanismo, comunicação visual

·         • Tecnologias de Informação e Comunicação: imagem e vídeo

·         • Educação Moral e Religiosa ser amigo, respeitar os outros, crescer na diversidade, a dignidade das crianças, a família, sentido dos afectos, igualdade de oportunidades, amor, amizade e sexualidade, planeamento familiar, direitos humanos, questões sociais, educação para a cidadania, educação intercultural

·         • Educação Artística e Tecnológica, Filosofia, Antropologia, História da Cultura e das Artes, Psicologia: animação sociocultural, acção social

Ensino Superior

CURSOS, DISCIPLINAS E ÁREAS CIENTÍFICAS

Cinema, Argumento, Documentário: Imagem, Montagem, Dramaturgia e Realização, História do Cinema, Análise Fílmica, Tecnologias de Informação e Comunicação, Mimese e Representação, Cultura e Sociedade, Cultura visual, Arquitectura e Urbanismo, Filosofia, Antropologia Filosófica, Ciências da Educação, Ciências da Família, Mediação Familiar, Contextos Familiares de Risco, Psicologia Comunitária, Antropologia Social, Psicologia e Educação, Sociologia

Visitas de estudo no Cinema Alvalade

Sessões para grupos escolares

Marcações : de 7 de Novembro a 17 de Dezembro

Sessões: Manhãs e Tardes

Preço especial para grupos: 3,5 e 4 euros

Apresentação e debate com a presença dos realizadores e convidados

Informações

Ana Isabel Strindberg e Elisa Aragão

213 160 057 e 92 578 98 94

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http://zeroemcomportamento.org