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Divisão de Inclusão Social/Gabinete de Gestão e Intervenção Social

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quinta, 13 junho 2013 14:48

Desporto na Rua - Alameda das Palmeiras

No dia 16 de junho realizar-se-á mais uma edição da iniciativa "Desporto na Rua", no âmbito do programa Nosso Bairro, Nossa Cidade, a decorrer na Alameda das Palmeiras, entre as 15h e as 18h.

 

Consulte o programa, em anexo.

 

Participe!

A partir de sexta-feira, dia 19 de Abril, vai estar à venda a 3ª edição do DVD - 10 curtas metragens portuguesas, uma compilação de várias obras que estiveram presentes no IndieLisboa International Film Festival, entre as quais o filme "Cama de Gato", que, em 2012, ganhou o Prémio para Melhor Curta Metragem Portuguesa.

 

In, https://www.facebook.com/VendeseFilmes

Novas ações de trabalho a desenvolver no território abrangido pelo programa “Nosso Bairro, Nossa Cidade” são lançadas num encontro entre moradores e o Executivo municipal, domingo à tarde, na Escola 2,3 + S da Bela Vista, em Setúbal.

 

No 1.º Encontro Nosso Bairro, Nossa Cidade, a realizar entre as 15h00 e as 19h30, representantes dos cinco bairros que integram o programa – Bela Vista, Forte da Bela Vista, Alameda das Palmeiras, Manteigadas e Quinta de Santo António –, apresentam à comunidade novas iniciativas a desenvolver de aumento da qualidade de vida da comunidade.

 

A iniciativa tem a particularidade de os moradores, organizados em grupos de trabalho, avançarem com medidas concretas e metodologias de trabalho para uma plena implementação e concretização dos projetos a desenvolver durante este ano.

 

Ambiente e espaços verdes, desporto, atividades físicas e culturais e higiene e limpeza são algumas das áreas de trabalho a dinamizar por moradores e Câmara Municipal de Setúbal no âmbito do “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, assim como ações de participação ativa na organização e reabilitação de edifícios e espaços públicos.

 

A sessão de abertura, às 15h30, conta com intervenções da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, e do vereador Carlos Rabaçal, encontro em que está ainda presente o presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, Nuno Costa, além de técnicos municipais.

 

O visionamento do filme “Férias no Bairro” antecede um momento de reflexão, análise e debate sobre o trabalho já realizado e em desenvolvimento no âmbito deste programa municipal, responsável por impulsionar atividades de melhoria do território e das condições de vida das populações.

 

A união de esforços em torno de uma causa comum é o desígnio do “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, que, ao longo de mais de um ano, já dinamizou várias operações de beneficiação de habitações e iniciativas que promovem o convívio de uma comunidade multicultural.

 

Após a sessão de encerramento do primeiro encontro “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, é exibido o documentário “Bela Vista”, dos realizadores João Miller Guerra e Filipa Reis, produzido no âmbito do programa RUBE – Regeneração Urbana da Bela Vista e Zona Envolvente, seguindo-se um jantar-convívio.

quarta, 17 abril 2013 10:42

Bela Vista no IndieLisboa

“Um Fim do Mundo”, média-metragem realizada por Pedro Pinho, com 62 minutos, é apresentado no dia 21, em estreia nacional, no IndieLisboa, em sessão que decorre na Culturgest. A obra é um dos filmes presentes na secção de Competição Nacional do festival, a decorrer entre os dias 13 e 28, na categoria Cinema Emergente

O filme, a preto e branco, de 2013, é uma histórica ficcionada, com uma forte componente documental, que desenvolve o retrato de um grupo de adolescentes da Bela Vista.

A obra é exibida no dia 21, às 17h00, no Grande Auditório da Culturgest, com repetição programada para o dia 25, à mesma hora, no Pequeno Auditório daquele equipamento lisboeta.

O filme de Pedro Pinho, coproduzido pela Vende-se Filmes e a Terratreme Filmes, é realizado no âmbito de um dos projetos do Programa RUBE – Regeneração Urbana da Bela Vista e Zona Envolvente, dinamizado pela Câmara Municipal de Setúbal e que consiste na realização de documentários audiovisuais sobre o bairro.

Além de “Um Fim do Mundo”, foram já realizados outros dois filmes sobre o bairro, “Cama de Gato” e “Bela Vista”, ambos de Filipa Reis e João Miller Guerra, no âmbito daquele projeto do RUBE, dinamizado com o objetivo de quebrar estereótipos consolidados naquele território.

“Um Fim do Mundo” foi um dos cinco filmes portugueses nomeados para o 63.º Berlinale – Festival de Cinema de Berlim, que decorreu em fevereiro, tendo competido na secção “Generation”, dedicada a obras sobre adolescentes e/ou dirigidos a um público essencialmente jovem.

 

In, http://www.mun-setubal.pt/pt/noticia/bela-vista-no-indielisboa/1338


 

 

Sinopse:

Um dia na praia, antes das férias de Verão. Uma rapariga acabada de chegar que provoca curiosidade. Um rumor. Um desses dias que não acabam.

Uma falha no sistema de distribuição de electricidade - um apagão - talvez se trate de um acidente, talvez seja só um pretexto para passar uma noite juntos.

 

Trailer:

http://vimeo.com/58097206

http://www.vende-sefilmes.com/vendido_ficha.aspx?id=56

 

Exibições:

21 de abril, às 17h: Culturgest (Grande Auditório) - competição nacional

25 de abril, às 17h: Culturgest (Pequeno Auditório) - secção cinema emergente 

Nota prévia: Por lapso, este artigo refere-se à Dra. Conceição Loureiro, Chefe de Divisão de Inclusão Social da Câmara Municipal de Setúbal, como "Cecília Loureiro"

 

Os bairros periféricos são “erradamente considerados problemáticos”, sendo antes problemática a forma como são olhados, alerta Cecília Loureiro, uma das promotoras de um encontro que, hoje, vai debater estes espaços em Setúbal. A vida nos bairros periféricos e o trabalho social aí desenvolvido vão estar em debate no âmbito do Encontro Nacional sobre Periferias Urbanas. Promovido pela câmara municipal e pelo Instituto das Comunidades Educativas (ICE), o encontro junta especialistas para uma partilha de experiências e reflexão sobre esta temática

 

In, http://www.diariodaregiao.pt/?p=18603

 

Nota prévia: Por lapso, este artigo refere-se à Dra. Conceição Loureiro, Chefe de Divisão de Inclusão Social da Câmara Municipal de Setúbal, como "Cecília Loureiro"

 

Os bairros periféricos são “erradamente considerados problemáticos”, sendo antes problemática forma como são olhados, alerta Cecília Loureiro, uma das promotoras de um encontro que, na sexta-feira, vai debater estes espaços em Setúbal.

 

A vida nos bairros periféricos e o trabalho social aí desenvolvido vão estar em debate no âmbito do Encontro Nacional sobre Periferias Urbanas.

 

Promovido pela Câmara Municipal e pelo Instituto das Comunidades Educativas (ICE), o encontro junta especialistas para uma partilha de experiências e reflexão sobre esta temática.

 

“Na sequência de um desafio da Câmara de Setúbal para darmos visibilidade ao trabalho que tem sido desenvolvido no Bairro da Bela Vista, pensámos: porque não fazer um encontro para dar visibilidade, não só à Bela Vista, mas também aos outros chamados bairros problemáticos?”, explicou o director executivo do ICE.

À Lusa, Rui d'Espiney disse que os objectivos do encontro passam por promover partilhas de experiências, criar um espaço de reflexão das estratégias de intervenção nos bairros e desenvolverem-se temas específicos como o ‘Quotidiano na Periferia’ ou a ‘Construção Social do Periférico’.

 

Também a chefe de divisão da Inclusão Social na Câmara de Setúbal, Cecília Loureiro, disse que este encontro pretende ser um espaço de “reflexão e troca de experiências”.

 

“O que são intervenções nas zonas periféricas urbanas? Quisemos criar um espaço onde possamos conhecer outros projectos, noutras zonas do país, e de que forma a participação das pessoas é promovida e trabalhada”, afirmou.

 

Cecília Loureiro frisou ainda que os bairros periféricos são “erradamente considerados problemáticos” e defendeu que, “às vezes, o que é problemático é a forma como olhamos para eles”.

 

O Encontro Nacional sobre as Periferias Urbanas começa na sexta-feira com uma “abordagem conceptual das periferias”, seguindo-se a exposição de temas como a ‘Construção Social do Periférico’, ‘Processos de Desenvolvimento Local: Condicionantes e Facilitadores da Intervenção’ e ‘O Quotidiano na Periferia’.

 

À tarde será divulgada a ‘Iniciativa Bairros Críticos’, desenvolvida no Bairro do Lagarteiro, Porto, o ‘Projecto K’Cidade’, da Tapada das Mercês, ‘Mediação com Comunidades Ciganas’ e o ‘Projecto Turma Bilingue’, do Vale da Amoreira, Moita.

 

No encerramento do encontro será projectado o documentário ‘Bela Vista’

 

In, http://www.noticiasaominuto.com/pais/59855/set%C3%BAbal-debate-vida-nos-bairros-perif%C3%A9ricos

 

 

As periferias urbanas na região de Setúbal devem ser encaradas como zonas propícias para o progresso e expansão das cidades em vez de territórios alarmantes nas questões de segurança e flagelo social, papel que o poder local considera ser para além das suas competências mas prioritário na sua intervenção. Alfredo Monteiro, presidente da Associação de Municípios da Região de Setúbal, realça a necessidade de “procurar caminhos para problemas que são muitas vezes estigmas”.

 

“As autarquias assumem as responsabilidades e funções sociais do Governo que impõe austeridade sobre austeridade e causa cada vez mais problemas financeiros nas famílias portuguesas”, reflete Alfredo Monteiro. A região de Setúbal é encarada pelo poder local como possuindo as caraterísticas necessárias para a impulsão da economia portuguesa, quer ao nível das acessibilidades como da alta percentagem de população jovem.

 

“Quando não se vê caminho viável para o país, o poder local não desiste de apoiar as populações”, afirma o presidente da AMRS, que vê ainda a região de Setúbal como a melhor do país no que diz respeito à qualidade de vida em tudo o que diz respeito às áreas de influência do poder local. Maria das Dores Meira, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, considera que os acontecimentos como o que derivou da morte de um jovem no Bairro da Bela Vista, exigem “reflexão adicional, reforço de parcerias, investimento na prevenção e afinação de políticas”.

 

O Observatório Social da Bela Vista nasce assim da “crescente necessidade de conhecer melhor as realidades existentes”, explica a edil setubalense durante o Encontro Nacional de Periferias Urbanas na passada sexta feira. As parcerias com os agentes locais e com quem conhece intrinsecamente a realidade são mesmo “a melhor solução” para responder aos problemas e à criação de desafios no progresso urbano.

 

In, http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=19370

quarta, 17 abril 2013 09:37

Periferias debatidas em Encontro

A reflexão e a partilha de conhecimentos sobre as periferias dos grandes centros urbanos, frequentemente alvo de preconceitos sociais e interpretadas como territórios problemáticos, impulsionaram um encontro de âmbito nacional que se realizou no dia 5, em Setúbal.

 

“Temos um olhar integrado sobre estas realidades, conhecemo-las bem e não iludimos os problemas. Trabalhamos em parceria”, afirmou a presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, na sessão de abertura do Encontro Nacional Periferias Urbanas, no Cinema Charlot – Auditório Municipal.

 

A procura de uma definição mais concreta sobre o conceito de periferias urbanas alimentou a reflexão nesta iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Setúbal, no âmbito do Observatório Social da Bela Vista, coordenada pelo Instituto das Comunidades Educativas.

 

“É imprescindível debater publicamente e partir para a ação que favoreça a resolução de problemas e a melhoria das condições de vida das populações”, sublinhou Maria das Dores Meira, reforçando a importância das sinergias e do trabalho de parceria, realizado “em permanência e com grande intensidade em territórios específicos”.

 

Um dos exemplos do trabalho de proximidade dinamizado pela Autarquia é proporcionado pelo Observatório Social da Bela Vista (http://observatoriosocialbv.mun-setubal.pt/), ferramenta de pesquisa e recolha de informações que permite conhecer a realidade daquela área de Setúbal.

 

A criação do Observatório Social da Bela Vista “resulta da crescente necessidade de conhecer melhor as realidades com que se trabalha, condição fundamental para o sucesso das ações desenvolvidas com os vários intervenientes”, vincou Maria das Dores Meira, destacando, igualmente, a importância da criação e do desenvolvimento do programa “Nosso Bairro, Nossa Cidade”.

 

Impulsionado pela participação ativa e permanente dos moradores, o programa municipal promove ações de melhoria das condições de vida em sociedade numa área da cidade que engloba os bairros da Bela Vista, Alameda das Palmeiras, Forte da Bela Vista, Quinta de Santo António e Manteigadas.

O “Nosso Bairro, Nossa Cidade” estabelece que as ações a realizar devem ser protagonizadas pelos moradores, gerando assim a participação das pessoas nas decisões que a elas e à sua comunidade dizem respeito, com o objetivo de promover a autonomia, a responsabilidade e o crescimento coletivo.

 

As pessoas, organizadas em grupos, participam nas decisões e também nas tarefas inerentes à sua execução, numa lógica de formação de lideranças e de mobilização popular, o que motivou, em 2012 e já durante este ano, a dinamização de um conjunto de ações variadas que inclui trabalhos de recuperação do edificado e atividades de promoção de uma cidadania ativa e de uma comunidade mais dinâmica.

 

Com o empenhamento ativo dos moradores, foram pintadas galerias e zonas comuns de nove prédios do Bairro da Bela Vista e de outros vinte do Forte da Bela Vista, e reabilitadas as caixas de escada e zonas interiores comuns de quatro prédios do Bairro Alameda das Palmeiras, de outros dois na Quinta de Santo António e de mais oito nas Manteigadas.

 

“Nos próximos dias vamos disponibilizar mais tinta e restantes materiais necessários para pintura de mais prédios em todos os bairros”, anunciou a presidente da Câmara Municipal de Setúbal, frisando o investimento camarário da ordem dos 160 mil euros na reabilitação de prédios naqueles bairros, em empreitadas em curso ou já finalizadas.

 

A autarca, relembrando igualmente as 475 intervenções realizadas naquele território entre 2010 e 2012 por administração direta, ou seja, com recurso a meios técnicos e humanos da própria Autarquia, deixou bem patente que o trabalho realizado com as populações não se limita à recuperação do edificado.

A autarca realçou que a “melhor evidência” são as 107 reuniões realizadas só em 2012, com 745 moradores, os 220 interlocutores eleitos para avançar com todo o processo de renovação da Bela Vista e dos bairros envolventes, as 45 reuniões com grupos organizados de moradores voluntários e os 65 encontros com 32 instituições e associações.

 

“Acreditamos que, com o envolvimento organizado dos moradores e a participação das instituições e da Junta de Freguesia, o processo de recuperação daqueles bairros e espaços comuns não vai parar”, afirmou Maria das Dores Meira, tecendo algumas críticas ao trabalho jornalístico que muitas vezes é realizado sobre a Bela Vista.

A realidade “nunca foi nem nunca será fielmente refletida pelas lentes mediáticas, que mais não reproduzem do que simulacros. O que o imediatismo dos diretos mostra não é a realidade quotidiana dos bairros, o que são as suas pessoas, o empenhamento que muitas delas empregam na mudança das suas vidas”, vincou, numa alusão aos recentes acontecimentos que afetaram o bairro.

 

Após a sessão de abertura, momento que contou com uma intervenção do presidente do conselho diretivo da Associação de Municípios da Região de Setúbal, Alfredo Monteiro, seguiu-se um painel subordinado à temática “Abordagem Conceptual às Periferias”.

 

“Intervenção em Periferias Urbanas” deu o mote para o segundo painel do encontro, já no período da tarde, a que se seguiu uma sessão subordinada ao “Nosso Bairro, Nossa Cidade”, com alocuções e testemunhos de moradores da Bela Vista integrados em diversas ações no âmbito daquele programa municipal.

 

O Encontro Nacional sobre as Periferias Urbanas contou com a colaboração da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Setúbal, da Rede Europeia Antipobreza – Núcleo Distrital de Setúbal, da jornalista Helena Freitas, de Luís Teixeira e da SEIES – Sociedade de Estudos e Intervenção em Engenharia Social.

 

“Todo este percurso não pode ser uma caminhada solitária. Esperemos que a diversidade e a pertinência das intervenções e experiências deste encontro possam fortalecer as redes e o trabalho desenvolvido e contribuir para o bem-estar individual e coletivo”, rematou Maria das Dores Meira.

 

Fonte:

https://www.facebook.com/municipiodesetubal

http://www.mun-setubal.pt/pt/noticia/periferias-debatidas-em-encontro/1326

 

 

Em reunião realizada esta sexta-feira para analisar a forma como os acontecimentos ocorridos a 16 de Março foram transmitidos pela comunicação social, os moradores dos bairros da Bela Vista, Alameda das Palmeiras, Forte da Bela Vista, Quinta de Santo António e Manteigadas eleitos no âmbito do programa “Nosso Bairro, Nossa Cidade” consideraram necessário:

  1. Demonstrar profundo pesar pela morte de um jovem de 18 anos no dia 16 de Março, esperando que o esclarecimento das circunstâncias da sua morte contribua para o apuramento da verdade.
  2. Denunciar a forma como a comunicação social tem contribuído para o reforço da imagem negativa dos bairros sociais, resumindo a vida destes a actos violentos, quando, nestes bairros, tanta vida existe para lá da violência.
  3.  Exigir à comunicação social que transmita com maior rigor as situações de tensão nos bairros da Bela Vista e zona envolvente e que dedique os mesmos meios e atenção à cobertura das muitas iniciativas positivas que marcam a vida destes bairros.

Nestes bairros residem mais de sete mil pessoas que, organizadamente, têm, entre outras acções, pintado os seus prédios e desenvolvido actividades desportivas e culturais. Note-se que só a pintura voluntária de um bairro inteiro (o do Forte da Bela Vista) poupou ao erário público cerca de meio milhão de euros.

Na mesma reunião, os eleitos no âmbito do programa “Nosso Bairro, Nossa Cidade” decidiram tomar medidas para mostrar a sua indignação face à cobertura mediática estigmatizante dos acontecimentos de 16 de Março, que não transmitiu uma imagem equilibrada dos bairros. 

Para este efeito foi decidido contactar:

  •  a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC)
  • as direcções editoriais dos principais órgãos de comunicação social
  • os órgãos de soberania

Os eleitos no âmbito do programa “Nosso Bairro, Nossa Cidade” encontram-se à disposição para quaisquer esclarecimentos sobre este assunto.

Pelos moradores eleitos no âmbito do programa,

Luís Teixeira

Manuela Fuzeta

Teresa Martinho

Filipe Faustino