Setúbal é uma cidade rica em valores, saberes
e multiculturalidade.

Consulte, em anexo, o resultado da avaliação do Encontro Nacional Periferias Urbanas, realizado no dia 05 de abril de 2013, no âmbito das ações do Observatórico Social da Bela Vista.

 

Os dados apresentados resultam do tratamento dos dados, constantes nos dos questionários de avaliação preenchidos pelos participantes no Encontro. 

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Consulte aqui (em anexo) os conteúdos apresentados no "Encontro Nacional Periferias Urbanas", no painel dedicado à intervenção de moradores dos bairros da Bela Vista, no âmbito do Programa Nosso Bairro, Nossa Cidade.

 

Painel 3 - Programa Nosso Bairro, Nossa Cidade

 

Moderador: Luís Teixeira (jornalista)

 

Apresentações

  • Comissão Instaladora de Moradores do Forte da Bela Vista, por Teresa Martinho; António Nicácio; Francisco Sousa e Rosa Borges;
  • Mudar o Olhar, por Leny Veiga, Janete Daiane e Flávio Silva;
  • Organização de Moradores da Alameda das Palmeiras, por Adelaide Nicácio

 

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quarta, 14 agosto 2013 10:40

Intervenções em Periferias Urbanas

Consulte aqui (em anexo) os conteúdos apresentados no "Encontro Nacional Periferias Urbanas", no painel dedicado a intervenções em periferias urbanas.

 

Painel 2 - Intervenções em Periferias Urbanas

 

Moderador: Maria João Freitas (LNEC)

 

Projetos apresentados:

  • Iniciativa Bairros Críticos - Bairro do Lagarteiro, por Cláudia Costa (Fundação Porto Social);
  • Projeto K'Cidade - Programa de Desenvolvimento Comunitário Urbano - Tapada das Mercês, por Alexandra Santos (K'Cidade);
  • Mediação em Comunidades Ciganas - Coimbra, por Bruno Gonçalves (Mediador para as Comunidades Ciganas);
  • Projeto Turma Bilingue - Vale da Amoreira, por Pedro Martins e Vanessa Antunes (ILTEC).

 .

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Nota prévia: Por lapso, este artigo refere-se à Dra. Conceição Loureiro, Chefe de Divisão de Inclusão Social da Câmara Municipal de Setúbal, como "Cecília Loureiro"

 

Os bairros periféricos são “erradamente considerados problemáticos”, sendo antes problemática a forma como são olhados, alerta Cecília Loureiro, uma das promotoras de um encontro que, hoje, vai debater estes espaços em Setúbal. A vida nos bairros periféricos e o trabalho social aí desenvolvido vão estar em debate no âmbito do Encontro Nacional sobre Periferias Urbanas. Promovido pela câmara municipal e pelo Instituto das Comunidades Educativas (ICE), o encontro junta especialistas para uma partilha de experiências e reflexão sobre esta temática

 

In, http://www.diariodaregiao.pt/?p=18603

 

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Nota prévia: Por lapso, este artigo refere-se à Dra. Conceição Loureiro, Chefe de Divisão de Inclusão Social da Câmara Municipal de Setúbal, como "Cecília Loureiro"

 

Os bairros periféricos são “erradamente considerados problemáticos”, sendo antes problemática forma como são olhados, alerta Cecília Loureiro, uma das promotoras de um encontro que, na sexta-feira, vai debater estes espaços em Setúbal.

 

A vida nos bairros periféricos e o trabalho social aí desenvolvido vão estar em debate no âmbito do Encontro Nacional sobre Periferias Urbanas.

 

Promovido pela Câmara Municipal e pelo Instituto das Comunidades Educativas (ICE), o encontro junta especialistas para uma partilha de experiências e reflexão sobre esta temática.

 

“Na sequência de um desafio da Câmara de Setúbal para darmos visibilidade ao trabalho que tem sido desenvolvido no Bairro da Bela Vista, pensámos: porque não fazer um encontro para dar visibilidade, não só à Bela Vista, mas também aos outros chamados bairros problemáticos?”, explicou o director executivo do ICE.

À Lusa, Rui d'Espiney disse que os objectivos do encontro passam por promover partilhas de experiências, criar um espaço de reflexão das estratégias de intervenção nos bairros e desenvolverem-se temas específicos como o ‘Quotidiano na Periferia’ ou a ‘Construção Social do Periférico’.

 

Também a chefe de divisão da Inclusão Social na Câmara de Setúbal, Cecília Loureiro, disse que este encontro pretende ser um espaço de “reflexão e troca de experiências”.

 

“O que são intervenções nas zonas periféricas urbanas? Quisemos criar um espaço onde possamos conhecer outros projectos, noutras zonas do país, e de que forma a participação das pessoas é promovida e trabalhada”, afirmou.

 

Cecília Loureiro frisou ainda que os bairros periféricos são “erradamente considerados problemáticos” e defendeu que, “às vezes, o que é problemático é a forma como olhamos para eles”.

 

O Encontro Nacional sobre as Periferias Urbanas começa na sexta-feira com uma “abordagem conceptual das periferias”, seguindo-se a exposição de temas como a ‘Construção Social do Periférico’, ‘Processos de Desenvolvimento Local: Condicionantes e Facilitadores da Intervenção’ e ‘O Quotidiano na Periferia’.

 

À tarde será divulgada a ‘Iniciativa Bairros Críticos’, desenvolvida no Bairro do Lagarteiro, Porto, o ‘Projecto K’Cidade’, da Tapada das Mercês, ‘Mediação com Comunidades Ciganas’ e o ‘Projecto Turma Bilingue’, do Vale da Amoreira, Moita.

 

No encerramento do encontro será projectado o documentário ‘Bela Vista’

 

In, http://www.noticiasaominuto.com/pais/59855/set%C3%BAbal-debate-vida-nos-bairros-perif%C3%A9ricos

 

 

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As periferias urbanas na região de Setúbal devem ser encaradas como zonas propícias para o progresso e expansão das cidades em vez de territórios alarmantes nas questões de segurança e flagelo social, papel que o poder local considera ser para além das suas competências mas prioritário na sua intervenção. Alfredo Monteiro, presidente da Associação de Municípios da Região de Setúbal, realça a necessidade de “procurar caminhos para problemas que são muitas vezes estigmas”.

 

“As autarquias assumem as responsabilidades e funções sociais do Governo que impõe austeridade sobre austeridade e causa cada vez mais problemas financeiros nas famílias portuguesas”, reflete Alfredo Monteiro. A região de Setúbal é encarada pelo poder local como possuindo as caraterísticas necessárias para a impulsão da economia portuguesa, quer ao nível das acessibilidades como da alta percentagem de população jovem.

 

“Quando não se vê caminho viável para o país, o poder local não desiste de apoiar as populações”, afirma o presidente da AMRS, que vê ainda a região de Setúbal como a melhor do país no que diz respeito à qualidade de vida em tudo o que diz respeito às áreas de influência do poder local. Maria das Dores Meira, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, considera que os acontecimentos como o que derivou da morte de um jovem no Bairro da Bela Vista, exigem “reflexão adicional, reforço de parcerias, investimento na prevenção e afinação de políticas”.

 

O Observatório Social da Bela Vista nasce assim da “crescente necessidade de conhecer melhor as realidades existentes”, explica a edil setubalense durante o Encontro Nacional de Periferias Urbanas na passada sexta feira. As parcerias com os agentes locais e com quem conhece intrinsecamente a realidade são mesmo “a melhor solução” para responder aos problemas e à criação de desafios no progresso urbano.

 

In, http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=19370

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